1930h, inverno, finais do segundo mês de 2008 (rotina clássica):
chego a casa após mais um treino na cidade universitária.
a evolução é rápida e contínua.
tomo um banho rápido para não arrefecer muito.
head-phones, chinelos, calções de praia, sweat amarela "etnies", saio do quarto.
no caminho para a cozinha passo pelo corredor, sai-me o primeiro "boa noite, tudo nice?". passo entretanto pela sala, 20m2 de espaço quase vazio, fico dois ou três minutos, sai mais um "boa noite" e olho em direcção à televisão. de imediato passo à cozinha, penso, olho, revejo tudo o que tenho para jantar: "nada em especial hoje!"
começo as movimentações, agarro nisto e naquilo, lembro-me de algo mais mas não é ainda suficiente.
questiono a sala: "posso utilizar este e aquele ingrediente que têm ali?"
recebo um sinal afirmativo.
continuo a movimentar-me. facas, tábua, tacho, panela, colher, garfo, mais isto e aquilo e... movimento-me, vou daqui para ali e de lá para cá.
fogão, lume no máximo que rapidamente passa a brando, recorrendo ao sistema "slow food".
cebolas, courgette, cenoura, alho, tomate, coentros, orégãos, salsa, sal, água, arroz basmati e criatividade que extravasa a vontade de comer.
finalmente, sentado à mesa da sala, a uns bons 5m da televisão, a calma, que toda aquela agitação me trouxe sobressai e fico espantado com os sabores que criei.
não que esta tenha sido a única vez que cozinhei, mas uma em milhares, que, de repente, associei à vontade que tenho de voltar a cozinhar.
chego a casa após mais um treino na cidade universitária.
a evolução é rápida e contínua.
tomo um banho rápido para não arrefecer muito.
head-phones, chinelos, calções de praia, sweat amarela "etnies", saio do quarto.
no caminho para a cozinha passo pelo corredor, sai-me o primeiro "boa noite, tudo nice?". passo entretanto pela sala, 20m2 de espaço quase vazio, fico dois ou três minutos, sai mais um "boa noite" e olho em direcção à televisão. de imediato passo à cozinha, penso, olho, revejo tudo o que tenho para jantar: "nada em especial hoje!"
começo as movimentações, agarro nisto e naquilo, lembro-me de algo mais mas não é ainda suficiente.
questiono a sala: "posso utilizar este e aquele ingrediente que têm ali?"
recebo um sinal afirmativo.
continuo a movimentar-me. facas, tábua, tacho, panela, colher, garfo, mais isto e aquilo e... movimento-me, vou daqui para ali e de lá para cá.
fogão, lume no máximo que rapidamente passa a brando, recorrendo ao sistema "slow food".
cebolas, courgette, cenoura, alho, tomate, coentros, orégãos, salsa, sal, água, arroz basmati e criatividade que extravasa a vontade de comer.
finalmente, sentado à mesa da sala, a uns bons 5m da televisão, a calma, que toda aquela agitação me trouxe sobressai e fico espantado com os sabores que criei.
não que esta tenha sido a única vez que cozinhei, mas uma em milhares, que, de repente, associei à vontade que tenho de voltar a cozinhar.
ouvir Debussy lembra-me cavalos a correr

Ainda agora o paneleiro do alemão tava a comer uma ratatouille q cheirava tão bem... e eu a pensar que já há imenso tempo q n cozinho aquilo... :s
ResponderEliminarQuase que dá para sentirmos o sabor:)e com a fome com que estou neste preciso momento ainda "pior" ;)
ResponderEliminarEi.. e as saudades q eu tenho dos teus cozinhados. Nem posso pensar. :)
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